Zenaide tem uma mensagem especial para você. Aperte o ‘play’ e confira:
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O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, que é médico sanitarista e foi coordenador nacional do combate à dengue do Ministério da Saúde em 1995, concedeu entrevista ao repórter Marcelo Filho do jornal Tribuna do Norte neste domingo (21) e fez uma análise do atual quadro de combate às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypt.
Veja a entrevista na íntegra:
Entrevista – Jaime Calado, Médico sanitarista
O Brasil está em alerta. E não se trata de uma guerra, de terrorismo ou de desastres naturais. O responsável é um inimigo pequeno e quase imperceptível, que já saiu de cena por duas ocasiões no país: em 1958 e em 1973. O Aedes aegypti, nos últimos quarenta anos, é um inseparável, e indesejável, elemento das grandes urbes. Como se não bastasse transmitir a dengue, trouxe também a chikungunya, a febre amarela, quatro tipos de dengue e a zika. Esta última com relação comprovada em casos de microcefalia em recém-nascidos. E ainda há a desconfiança de que ele é capaz de muito mais.
As três esferas de governo passaram a concentrar esforços para conter a proliferação e a epidemia das doenças transmitidas pelo mosquito. Entretanto, o discurso e ações voltadas à eliminação do Aedes é proporcional ao número de casos de pessoas infectadas, que superlotam os hospitais e angustia as pessoas. Sem falar na falta de consciência individual, em que os focos de criação do mosquito podem ser localizados com facilidade.
Para falar sobre o assunto, a TRIBUNA DO NORTE entrevistou o médico sanitarista Jaime Calado, que durante a gestão do ministro da Saúde, Adib Jatene, elaborou, em 1995, um plano para erradicação do mosquito. “Com essa estratégia de controle não vai resolver nunca. O único país em que o controle funciona são os Estados Unidos. E não é porque as autoridades americanas sejam melhores do que as nossas, mas pelo clima, que ajuda.”
O senhor concorda com a atual política de enfrentamento do mosquito?
Está errada. Todos os profissionais sabem que não vai solucionar. A erradicação tem que ser uma iniciativa federal, pois o mosquito está em todos os estados. O plano está lá em Brasília. O que eu aconselho desde aquele tempo é que o governo, Ministério da Saúde, atualize o plano, porque o Brasil mudou muito nesses anos. Os cientistas brasileiros estão aí, são da melhor qualidade, eles podem, perfeitamente, adequar aos dias de hoje. O plano envolve nove ministérios, não é um plano só da saúde porque há muitos fatores para esse combate. Mas envolve, principalmente, o cidadão. 90% dos focos são dentro de casa, da entrada até o quintal.
As medidas de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti são eficazes?
O que eu dizia e repito, com essa estratégia que tem aí de controle não vai resolver nunca. Nunca resolveu. O único país em que o controle funciona é nos Estados Unidos. E não é porque as autoridades americanas sejam melhores do que as nossas. É porque o clima ajuda. Em 12 estados norte-americanos tem clima tropical. Quando chega o verão que o mosquito aumenta a população, chega na fase adulta, começa a transmitir, o inverno rigoroso, quando chega, mata toda a população do mosquito. O que é o controle? É você manter uma vigilância sobre a proliferação do mosquito de forma que, em cada 100 casas, não tenha mais de duas que tenha foco do mosquito. Estatisticamente está provado que não há transmissão. Acontece que o mosquito, no nosso clima, leva 15 dias para passar de ovo para a fase adulta. Outra coisa, a fêmea, que transmite as doenças e deposita os ovos, voa até 300 metros do foco em média. Vai até mais, dependendo da direção do vento. Então, por exemplo, você tem um município separado do outro, como temos no caso da Região Metropolitana de Natal, por uma rua, se um município cuidar muito bem e o vizinho não, ele não tem como se livrar. Além do que, gente que mora em um município e trabalha em outro, o mosquito pode picar a pessoa durante o trabalho e voltar para casa infectada.
Porque as medidas não são eficazes, na sua avaliação?
Não são por vários motivos. Por exemplo, o agente passa na mesma casa a cada dois meses e o mosquito leva 15 dias para se reproduzir. A não ser os Estados Unidos, nenhum país do mundo conseguiu controlar. Se ninguém controlou, então a gente está esperando o que para provar que é ineficiente? O problema não é só esse. É que naquela época, lá no mapa do plano, o mosquito estava presente em 17 estados e só havia o vírus 1 e 2 da dengue no Brasil. Hoje temos os quatro vírus e o mosquito circulando em todos os estados. Como eu dizia em 1996, 1992 e digo agora. A tendência é piorar, porque a cada dia ele vai mostrar que é capaz de transmitir outros vírus e uma coisa que não falta nesse nosso país tropical e continental é a variedade de vírus. Além do mais, com essa globalização, as fronteiras são cada vez mais abertas, tanto para pessoas quanto para doenças. A solução é um novo plano de erradicação. Como? Pega aquele que está lá no ministério e atualiza. Está escrito no plano: a informação é mais importante do que o inseticida. Porque o inseticida tem prazo de validade e a informação vai fazer com que o cidadão evite o criadouro do mosquito. Temos que acabar com os criadouros, é simples. Enquanto a população não botar na cabeça que aquele mosquito pode lhe matar, matar o vizinho, matar seu filho, matar seu neto, então não vai resolver. É um conjunto de medidas, um só não vai resolver. Temos que envolver todos os estados, todos os municípios, a mídia, a educação, as Forças Armadas.
Quais adequações poderiam ser feitas no plano elaborado quando o senhor integrava a equipe do então ministro da saúde Adib Jatene?
São muitas. O plano possui vários módulos, módulo educação, módulo mídia, módulo operações, módulo inseticida… Cada módulo daquele você adequa a hoje e isso não leva muito tempo. Os estudos que eles fizeram são muito bem feitos, é só atualizar. Eu estava vendo um dia desses, uma pessoa que foi representar o Brasil nas discussões sobre a zika chamada Jarbas Barbosa, que participou desse plano. Esse cara poderia tomar de conta com toda a competência. Retomando isso ele ganharia um tempo danado. Agora, isso precisa de investimento, porque saúde é cara, e vontade política. Há um erro, e a mídia está consertando isso, que é mostrar a responsabilidade de todos os cidadãos. Eu diria que 90% da responsabilidade é do cidadão porque a maioria dos focos está dentro de casas, e 100% das vítimas estão também dentro de casa. Sem a participação do poder público não há como erradicar, mas também sem o cidadão não dá nem pra pensar em erradicar. A responsabilidade é de todos nós. Tudo que a gente fizer tem que ser no sentido de acabar água parada, tampar as caixas. Tudo para impedir a reprodução do mosquito. Só há três elementos na transmissão: o hospedeiro, que é o homem, o transmissor, que é o mosquito, e o vírus. Qual o elo mais fraco? É o mosquito. E já sabemos de tudo dele, quantos dias ele sobrevive, os hábitos… É só tomar as medidas para acabar com os criadouros.
Na atual situação, cabe priorizar a informação ou as ações práticas imediatas?
Todas as ações são válidas. Nós estamos em uma epidemia. Epidemia é uma emergência. A epidemia é um fracasso das medidas preventivas, porque elas não funcionaram. Agora, vale tudo. Tem que ter a informação, tem que ter a operação, o inseticida, não pode faltar nada. Agora, isso vai resolver? Não vai. Isso pode acabar com a epidemia mas não com o mosquito. Para resolver de vez, tem que ter um plano nacional de erradicação do Aedes. O Brasil foi o primeiro país do mundo a erradicar o mosquito.
Há diferença nos mecanismos de combate ao mosquito em cidades de pequena, média e grande porte?
Há sim. Cada cidade tem suas peculiaridades, mas tudo se resume em eliminar os criadouros.
O senhor tem conhecimento de pesquisas a respeito de novas formas de transmissão ou de resistência do Aedes aegypti?
Eu não sou pesquisador, mas conversei com alguns, como a Dra. Amélia Paes de Andrade, de Belém do Pará, que já descobriu vários vírus. Ela me disse que o Aedes pode transmitir 15 vírus. Atualmente, já temos sete conhecidos – quatro tipos de dengue, febre amarela, chikungunya e zika. Acredito que o mosquito esteja transmitindo outros. Agora, a ciência é muito materialista. Para se afirmar alguma coisa tem que provar em laboratório. “Eu acho” é em outras áreas. Na área científica, para afirmar algo, tem que ter casuística.
Em 2002, o senhor participou, junto de outros médicos sanitaristas, do 1º Fórum Nacional sobre a Dengue, no Rio de Janeiro, onde foi redigida a “Carta do Rio”, que continha planos de ações para erradicar o Aedes aegypti. Seria a hora de reeditar uma nova “Carta do Rio” ou a antiga ainda continua valendo?
Continua valendo tanto a carta quanto o plano. Eu não sou o dono da verdade, pode até ter outra forma que eu não conheça. Mas tem uma forma que todo estudioso da área conhece. A única forma é um plano de erradicação do Aedes aegypti no Brasil. Em seguida, como também defendemos, um plano de erradicação continental, ou seja, todo o continente americano. Nós estamos falando de uma coisa que já funcionou. Não estou vislumbrando uma coisa que pode ser, mas sim uma medida exequível, que o Brasil realizou em situação mais difícil. Temos conhecimento científico, nossos cientistas são os melhores do mundo. Quem diz isso não sou eu, é o mundo inteiro que reconhece essa expertise. Então, temos todas as condições de implantar um plano de erradicação no Brasil e dá certo.
Quem
Jaime Calado dos Santos, médico sanitarista, graduado pela UFRN, com pós-graduação em saúde pública e em administração hospitalar pela Fundação São Camilo, em São Paulo. Passou pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e atualmente é prefeito de São Gonçalo do Amarante.
O presidente estadual do PR, João Maia, esteve nesta quarta-feira (17), em Brasília, participando de audiência com ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, para agradecer pessoalmente pela retomada das obras de duplicação da Reta Tabajara que foram iniciadas hoje. Na ocasião, o ministro Antônio Carlos garantiu ao ex-deputado que os recursos para a execução das obras estão assegurados. O projeto foi preservado dos cortes orçamentários ocorridos no governo federal.
A duplicação do trecho da BR 304, principal via de acesso entre Natal e o interior do Estado e considerada a de maior fluxo, foi objeto de uma emenda orçamentária do ex-deputado federal João Maia e é uma das obras mais esperadas no Rio Grande do Norte. João Maia convidou o ministro para vir ao RN e visitar as obras já em andamento. O ministro confirmou sua vinda para o início de março.
A deputada federal Zenaide Maia (PR/RN) recebeu da Superintendência do DNIT no Estado do Rio Grande do Norte informações sobre as ações do Programa Crema 2ª Etapa na Rodovia BR-406, no trecho entre Macau a Natal. Em outubro do ano passado, a deputada Zenaide Maia solicitou do Idema a liberação de licenciamentos para o andamento de várias obras, por parte do DNIT, entre elas a da Rodovia BR-406.
De acordo com o comunicado enviado para parlamentar, o órgão está executando os serviços de Microrevestimento Asfáltico a Frio, aplicado no período noturno, devido ao excesso de veículos no segmento entre a Rotatória BR-101-Norte e BR-406, à Ponte Presidente Costa e Silva, e demandou um investimento de R$ 758.634,75, para uma área de cobertura de 74.422,80 m².
Para complementar o serviço será executada a sinalização provisória em todo o segmento que foi aplicado o Microrevestimento, numa área de 2.680,00 m².
Atualmente o DNIT está realizando obras para a melhoria da pista de rolamento entre o Km 172,80 ao 176,90, importante corredor que liga o Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante ao Polo Turístico de Natal.
A deputada federal Zenaide Maia participou nesta terça-feira (16), em Brasília, da reunião do Grupo de Trabalho (GT) da Fosfoetanolamina Sintética que quer discutir com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, elementos que possam contribuir com a liberação da substância a pacientes com câncer. A decisão do grupo de parlamentares, do qual a deputada Zenaide Maia faz parte, ocorre enquanto o STF reúne subsídios para dar parecer sobre milhares de processos movidos pelos pacientes, que querem acesso à conhecida “pílula do câncer”.
O objetivo do grupo é trazer uma linha de argumentação menos tradicional para fundamentar a decisão STF, apresentando relatos de pacientes com câncer que atestem eficácia da Fosfoetanolamina sintetizada pelo professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP), Gilberto Chierice. A deputada Zenaide Maia acredita ser necessária essa ação política dos parlamentares.

Além da deputada Zenaide Maia (PR/RN), também estiveram presentes os deputados Adelmo Carneiro Leão (PT-MG), Leandre (PV-PR), Raquel Muniz (PSC-MG), Dulce Miranda (PMDB-TO) e Conceição Sampaio (PP-AM).
Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias poderão ter novos direitos assegurados. Projeto, já aprovado na Câmara, prevê adicional de insalubridade, aposentadoria especial, incentivo a cursos de qualificação profissional e prioridade no Programa Minha Casa, Minha Vida (PL 1628/15).
De acordo com a proposta, os agentes de saúde serão incluídos no regime previdenciário de aposentadoria especial, com 15 ou 20 anos de trabalho em condições insalubres. Atualmente, apesar de ainda não haver regulamentação, várias decisões judiciais já reconhecem a insalubridade do serviço prestado pelos agentes comunitários.
O profissional que comprovar não possuir residência própria na área de sua atuação terá direito ao bolsa moradia no valor de um salário mínimo por mês, custeado pelo Fundo Nacional de Saúde. Para o deputado Raimundo Gomes de Matos, do PSDB do Ceará, coordenador da Frente Parlamentar em Defesa aos Agentes Comunitários de Saúde, essa medida fortalece a integração entre comunidade e profissional.
“O agente comunitário de saúde precisa morar lá comunidade, lado a lado com você. Na pesquisa que fizemos, muitos não têm casa própria. E nós incluímos no projeto de lei que, prioritariamente no Programa Minha Casa Minha Vida, o agente comunitário poderia ser beneficiado com a casa lá na sua comunidade para poder fortalecer a permanência do agente na sua base”.
O texto estabelece ainda que os agentes que não concluíram o ensino médio serão incluídos em programas educacionais em caráter de prioridade, sem prejuízo de sua remuneração.
O Programa de Agentes Comunitários de Saúde, implantado pelo Ministério da Saúde em 1991, teve início no fim da década de 80 como uma iniciativa de algumas áreas do Nordeste em busca de alternativas para melhorar as condições de saúde de suas comunidades.
O projeto que garante novos direitos aos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias já foi aprovado na Câmara e aguarda apreciação do Senado. Se for aprovado, sem alteração, poderá seguir direto para a sanção presidencial.
(com informações da Câmara Federal)
Educadores da rede pública de ensino de todo o país têm até a próxima segunda-feira, dia 22, para se inscreverem no Programa Missão Pedagógica no Parlamento, uma iniciativa da Câmara dos Deputados. O objetivo é oferecer a professores, coordenadores e orientadores pedagógicos formação em educação para a democracia. A coordenadora da 6ª edição do programa, Maíra Moura, ressalta a importância da iniciativa.
“A gente sabe que existe uma lacuna na formação política, na nossa formação cidadã. Existe um certo distanciamento da população e da sociedade em relação as instituições, em relação à política. Então, eu acho que as casas legislativas, atualmente, elas têm percebido a importância da sua função educativa. Então, é trabalhar essas questões de educação, de democracia, de cidadania, de política. É uma contribuição para que a sociedade esteja mais preparada para participar do processo democrático.”
Dentre os inscritos, serão sorteados 216 educadores, oito por estado e Distrito Federal, para participarem de um curso a distância. Os 54 participantes com melhor desempenho no curso, respeitando a regra de dois participantes por unidade da federação, serão, então, convocados para participarem do programa.
No primeiro módulo, os selecionados participarão de aulas e palestras sobre o papel do Legislativo, valores democráticos, cidadania, além de práticas pedagógicas para aperfeiçoar a didática de ensino em sala de aula. Esta etapa é presencial e o curso de formação acontecerá em Brasília.
Já a segunda parte do programa consiste em um módulo de aplicação à distância em que os educadores terão de elaborar projetos educacionais sobre valores democráticos e cidadania.
As despesas para participação no encontro em Brasília são custeadas pela Câmara dos Deputados. O sorteio eletrônico da segunda etapa do processo seletivo será na quarta-feira, dia 24 de fevereiro.
A Secretaria de Assuntos Extraordinários da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante realiza neste dia 28 de fevereiro, a partir das 16h no Ginásio do Bairro de Santo Antônio, o III Festival de Swingueira, modalidade coletiva de dança popular ligada ao Axé.
“Dança é arte, é alegria, é força, é energia, é cultura, é saúde, é expressão, é conscientização – e é prevenção. Os jovens precisam dançar para ativar e direcionar a explosão de energia, própria dessa fase, para o que é positivo e construtivo – para o bem!”, declarou a secretária Mada sobre o festival.
O evento de São Gonçalo foi destacado em reportagem da InterTV Cabugi, afiliada da Rede Globo no RN.
Dando continuidade à missão oficial que cumpre nos Estados Unidos desde a segunda-feira (08) o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, foi recebido nessa terça-feira (09) na Universidade de Harvard pela diretora, Bridget Gildea, e a coordenadora, Amani El Sehrawey, ambas da Diretoria de Negócios Estratégicos e Desenvolvimento de Programas da Harvard Kennedy Scholl.
Durante a reunião o prefeito propôs a realização de um programa bilateral para a realização de cursos, seminários e workshops de aperfeiçoamento para gestores municipais no Brasil, uma vez que se trata de uma universidade de referência mundial.
Mediante a sinalização favorável da diretora Bridget Gildea o prefeito Jaime ficou responsável por formular e enviar uma proposta dentro dos parâmetros estabelecidos pela Kennedy Scholl com a indicação das áreas de conhecimento prioritárias dos municípios brasileiros.
REUNIÃO NO CONSULADO BRASILEIRO EM BOSTON
Após a reunião na universidade, Jaime Calado foi recebido pela Consulesa Geral do Brasil em Boston, Glivânia Maria de Oliveira, e pelo primeiro Secretário Breno. O prefeito apresentou a pauta da reunião com a universidade e fez relato sobre os resultados de sua gestão em São Gonçalo do Amarante, marcada por avanços em todas as áreas e melhoria dos indicadores sociais e econômicos.
Após as reuniões em Boston, o prefeito concluiu: “A missão foi bastante produtiva e a receptividade foi acima da nossa expectativa, tanto na Universidade de Harvard como no consulado brasileiro”, declarou.